sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Somos a mudança que queremos!

Além de desatentos, como disse a Sra. Janete, refiro-me também aos pais irresponsáveis, entretanto sem generalizar. Existem situações em que os filhos são muito bem orientados, tem ótimas oportunidades e muitas vezes fazem as escolhas erradas. Nem sempre, nós pais, somos culpados pelos erros dos nossos filhos. No entanto, não podemos negar que vivemos um caos, muitos pais perderam completamente a noção do significado da palavra PAI.

Muitas vezes, a busca desenfreada pelo consumismo, tem inibido a parte mais importante da vida, que é a presença valiosa dos pais na vida dos filhos. Pais na verdade, são aqueles que orientam, educam, amparam, disciplinam e, sobretudo amam seus filhos.

Li uma frase há poucos dias que diz o seguinte: "Quando se perde um pai, perde-se o passado, quando se perde um filho perde-se o futuro". Não podemos, no entanto, perder pais nem filhos. Não podemos permitir que a perversidade humana continue proliferando numa escala tão perigosa assustadora como tem sido. Não é justo continuarmos sob o domínio do mal. É repugnante e inadmissível! É preciso que mudar!

A família precisa de limites! Pais precisam de limites para poder atribuir limites aos seus filhos. Precisamos ultrapassar todas as barreiras para assegurarmos o direito à vida, o direito à liberdade, contanto que as famílias cumpram com os seus deveres. É preciso ter como base: O equilíbrio, sem confundir liberdade com libertinagem. Somos, cada um de nós, a mudança que queremos.

Particularmente, sugiro que sejam criados projetos que reverencie a "Valorização da vida", substituir mais a propaganda comercial dos autdoors principalmente nas sinaleiras, por frases criativas. Aposto que toda a sociedade ganhará! Sugiro, tomando como exemplo a Fundação Liberato, que hoje é uma referencia mundial, que sejam criadas pequenas Fundações nos bairros onde todos os jovens de todos os níveis sociais possam desenvolver atividades, em horários extra-classe, podendo ou não pagar por isto, conforme cada caso. Certamente, muitos profissionais poderão contribuir mais e melhor com a sua comunidade. Investir na divulgação de panfletos propagando a política da boa vizinhança, e assim por diante.

Sabemos que é excelente fazermos na vida o que gostamos, no entanto é fundamental que aprendamos também gostar do que fazemos. Muitas vezes nos destacamos pela persistência em alguma atividade desenvolvida ao longo da vida e quem nem sempre correspondia aos nossos anseios. Seria maravilhoso se todo ser humano fizesse apenas o que gosta. No dia a dia, a realidade não nos coloca apenas diante do que gostamos de fazer. Como disse Stephen Kanitz "Eu respeito muito mais os altruístas que fazem aquilo que tem de ser feito do que os egoístas que só querem "fazer o que gostam".

Precisamos nos espelhar em exemplos que dão certo em outros lugares, em outros paises se preciso for. É preciso que a Educação seja a prioridade, mas uma educação com valores. Na Holanda, por exemplo, as estatísticas mostram que mais de 80% dos jovens freqüentam cursos superiores. A Educação no sentido mais amplo é um direito de todos e dever do Estado.

Acredito ainda que o segredo de um povo feliz é o relacionamento tendo como base o respeito e a dignidade. É preciso resgatar a dignidade humana. Impossível continuar convivendo com tanto sofrimento, com tanta maldade e injustiça em todos os níveis da sociedade! O valor da vida está no direito à vida. Gosto muito da citação bíblica: 2Timóteo 3:16 "Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver" , que sirva de base para todas as famílias.

E para finalizar deixo aqui uma historia:

Alexandre da Macedônia foi o mais célebre conquistador do mundo antigo, conhecido também como Alexandre, o Grande.

Conta-se que quando estava à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1-) Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2-) Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...)
3-) Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão: à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos incomuns, perguntou a Alexandre quais as razões para tal desejo. Alexandre explicou:

1-) Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2-) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3-) Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Para refletir:
aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
Abraços,


Por Josina Alves de Figueiró, de Novo Hamburgo |

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Valores Humanos é para Humanos!

DIREITOS HUMANOS É PARA HUMANOS

Diante deste sentimento que assola e consome não só a mim, bem como toda a sociedade, e com uma enorme vontade de poder contribuir para o bem comum, faço uso do texto abaixo para demonstrar tamanha indignação diante de tanta dor, sofrimento, tanta maldade e injustiça por todos os cantos do mundo. Começamos por aqui, é preciso resgatar constantemente o Amor que está esfriando dentro dos nossos corações.Tenho convicção de que o crescimento desordenado da família, sem planejamento e sem limites, é o grande causador de freqüentes tragédias no nosso dia a dia. Pais desatentos criam filhos desatentos transferindo suas responsabilidades para as organizações públicas (que também não eximo de culpas).
Carta enviada de uma mãe para outra mãe em SP, após noticiário na TV:
DE MÃE PARA MÃE:
Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.
Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.
Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc... Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender seu protesto. Quero com ele fazer coro. Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família....
Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha para mim importante papel de amigo e conselheiro espiritual.
Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma vídeo-locadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.
No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo...
Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, viu, que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.
Nem no cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas "Entidades" que tanto lhe confortam, para me dar uma palavra de conforto, e talvez me indicar "Os meus direitos"!
Lia Luft, descreve
Crime e Castigo
"Estamos levando na brincadeira a questão
do erro e do castigo, ou do crime e da punição.
Sem limites em casa e sem punição de crimes
fora dela, nada vai melhorar"Dostoièvki
Para comentar a multiplicação dos crimes nesta cultura torta, desde os pequenos "crimes" cotidianos – falta de respeito entre pais e filhos, maus-tratos a empregados, comportamento impensável de políticos e líderes, descuido com nossa saúde, segurança, educação – até os verdadeiros crimes: roubos, assaltos, assassinatos, tão incrivelmente banalizados nesta sociedade enferma. A crise de autoridade começa em casa, quando temos medo de dar ordens e limites ou mesmo castigos aos filhos, iludidos por uma série de psicologismos falsos que pululam como receitas de revista ou programa matinal de televisão e que também invadiram parte das escolas. Crianças e adolescentes saudáveis são tratados a mamadeira e cachorro-quente por pais desorientados e receosos de exercer qualquer comando. Jovens infratores são tratados como imbecis, embora espertos, e como inocentes, mesmo que perversos estupradores, frios assassinos, traficantes e ladrões comuns. São encaminhados para os chamados centros de ressocialização, onde nada aprendem de bom, mas muito de ruim, e logo voltam às ruas para continuar seus crimes. Estamos levando na brincadeira a questão do erro e do castigo, ou do crime e da punição. A banalização da má-educação em casa e na escola, e do crime fora delas, é espantosa e tem consequências dramáticas que hoje não conseguimos mais avaliar. Sem limites em casa e sem punição de crimes fora dela, nada vai melhorar. Antes de mais nada, é dever mudar as leis – e não é possível que não se possa mudar uma lei, duas leis, muitas leis. Hoje, logo, agora! O ensino nas últimas décadas foi piorando, em parte pelo desinteresse dos governos e pelo péssimo incentivo aos professores, que ganham menos do que uma empregada doméstica, em parte como resultado de "diretrizes de ensino" que tornaram tudo confuso, experimental, com alunos servindo de cobaias, professores lotados de teorias (que também não funcionam). Além disso, aqui e ali grupos de ditos mestres passaram a se interessar mais por politicagem e ideologia do que pelo bem dos alunos e da própria classe. Não admira que em alguns lugares o respeito tenha sumido, os alunos considerem com desdém ou indignação a figura do antigo mestre e ainda por cima vivam, em muitas famílias, a dor da falta de pais: em lugar deles, como disse um jovem psicólogo, eles têm em casa um gatão e uma gatinha. Dispensam-se comentários.Autoridade, onde existe, é considerada atrasada, antiquada e chata. Se nas famílias e escolas isso é um problema, na sociedade, com nossas leis falhas, sem rigor nem coerência, isso se torna uma tragédia. Não me falem em policiais corruptos, pois a maioria imensa deles é honrada, ganha vergonhosamente pouco, arrisca e perde a vida, e pouco ligamos para isso. Eu penso em leis ruins e em prisões lotadas de gente em condições animalescas. Nesta nossa cultura do absurdo, crimes pequenos levam seus autores a passar anos num desses lixões de gente chamados cadeias (muitas vezes sem sequer ter havido ainda julgamento e condenação), enquanto bandidos perigosos entram por uma porta de cadeia e saem pela outra, para voltar a cometer seus crimes, ou gozam na cadeia de um conforto que nem avaliamos.
Precisamos de punições justas, autoridade vigilante, uma reforma geral das leis para impedir perversidade ou leniência, jovens criminosos julgados como criminosos, não como crianças malcriadas. Ensino, educação e justiça tornaram-se tão ruins, tudo isso agravado pelo delírio das drogas fomentado por traficantes ou por irresponsáveis que as usam como diversão ou alívio momentâneo, que passamos a aceitar tudo como normal: "É assim mesmo". Muito crime, pouco castigo, castigo excessivo ou brando demais, leis antiquadas ou insuficientes, e chegamos aonde chegamos: os cidadãos reféns dentro de casa ou ratos assustados nas ruas, a bandidagem no controle; pais com medo dos filhos, professores insultados pela meninada sem educação. Seria de rir, se não fosse de chorar.
Completo ainda com a célebre frase de Antoine Saint-Exupéry
Se queremos um mundo de paz e de justiça temos que pôr decididamente a inteligência a serviço do amor."
Abraços.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Pedras no caminho

Pedras no caminho?´

Sábias palavras do nosso querido
Fernando Pessoa, faço uso das mesmas, para
alimentarmos o nosso espirito´.
“Podemos ter defeitos, vivermos ansiosos e ficarmos
irritados algumas vezes,
mas não esqueçamos de que a nossa vida é a maior empresa
do mundo. E cada um de nós
deve evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver,
apesar de todos os desafios, incompreensões
e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz
de encontrar um oásis no
recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada
manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica,
mesmo que injusta...

Pedras no caminho? Precisamos guardá-las, todas,
um dia construiremos um castelo."

Se a vida nos oferece um limão,
somos livres para fazermos a escolha,
seguimos adiante... amargos e infelizes... Ou faremos
dele uma limonada!
Sobretudo é importante deixarmos muitas vezes o nosso
orgulho de lado e
pedirmos a Deus HUMILDADE para
aceitarmos o que não podemos mudar,
CORAGEM para mudarmos o que podemos, e SABEDORIA para
discernimros umas das outras.
Que sigamos o exemplo dos animais, ao contrário
dos huamnos, se ajuntam
ao grupo nos momentos de dificuldades

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

RELACIONAMENTOS E VALORES

Estou certa de que o nosso Prefeito Tarcisio Zimermman tinha consciência plena de que teria pela frente um desafio muito grande. Sabemos que Novo Hamburgo é uma cidade rica e seja quais forem os problemas a serem administrados, o maior deles é a pobreza. Mas vejam bem: Falo aqui da pobreza maior que é a do espírito.
Vejo não apenas em Novo Hamburgo, mas em todos os cantos do mundo, pessoas riquíssimas que habitam em mansões ou em verdadeiros castelos, mas não passam de mendigos, muitos podem diariamente alimentar-se da melhor e mais cara refeição mas faltam-lhes o apetite, tem muitas vezes, o melhor colchão e o pior dos sonos. Poderiam usufruir da fartura, do ir e vir livremente, de paz, de saúde, por que não? Afinal trabalham duramente, no entanto, o orgulho, a arrogância, a indiferença (que em minha opinião é o pior dos sentimentos)os impedem de ter uma vida plena.
E por falar em arrogância, não generalizando, é lamentável, é péssimo o atendimento das pessoas na área da saúde, mal olham no rosto das pessoas. Finjam de doentes e façam o teste pra ver... Este é exatamente o lugar onde só procuramos porque precisamos. Sugiro que esta gente que lida principalmente com pessoas doentes recebam treinamentos para aprenderem relacionar com o público, ainda que concursados. Estou certa de que o nosso Prefeito Tarcisio Zimermman tinha consciência plena de que teria pela frente um desafio muito grande. Sabemos que Novo Hamburgo é uma cidade rica e seja quais forem os problemas a serem administrados, o maior deles é a pobreza. Mas vejam bem: Falo aqui da pobreza maior que é a do espírito.
Vejo não apenas em Novo Hamburgo, mas em todos os cantos do mundo, pessoas riquíssimas que habitam em mansões ou em verdadeiros castelos, mas não passam de mendigos, muitos podem diariamente alimentar-se da melhor e mais cara refeição mas faltam-lhes fome, tem muitas vezes, o melhor colchão e o pior dos sonos. Poderiam usufruir da fartura, do ir e vir livremente, de paz de saúde, por que não? Afinal trabalham duramente, no entanto, o orgulho, a arrogância, a indiferença (que na minha opinião é o pior dos sentimentos)os impedem de ter uma vida plena.
E por falar em arrogância, não generalizando, é lamentável, é péssimo o atendimento das pessoas na área da saúde, mal olham no rosto das pessoas. Finjam de doentes e façam o teste pra ver... Este é exatamente o lugar onde só procuramos porque precisamos. Sugiro que esta gente que lida principalmente com pessoas doentes recebam treinamentos para aprenderem relacionar com o público, ainda que concursados.
Certa vez durante uma campanha eleitoral, numa região de muito risco wm Novo Hamburgo, um jovem me disse assim: Não te surpreende se em cinco anos no mínimo isto aqui for comparado a uma das piores favelas do Rio de Janeiro. Fiquei bastante assustada.
Percebo que a sociedade está doente, os jovens estão se definhando, a família está perdendo o seu verdadeiro sentido.
A gente vive numa sociedade onde a idade, a cor, a aparência, etc. impedem as pessoas de mostrar que podem e quem tem talentos. E como tem talentos escondidos por ai... É preciso resgatar a dignidade humana, é preciso investir no ser humano atribuindo deveres, mas respeitando direitos garantidos pela Constituição Brasileira.
Encantei-me com a Mostratec, quanto talento jovem que muito contribuirá pelo progresso do Pais e do mundo, quantas portas se abrirão, no entanto sugiro que seja elaborado projetos diretamente ligados a RELACIONAMENTOS E VALORES A PARTIR DA FAMÍLIA, pode ser um pingo d*agua, mas sem ele o Oceano não será o mesmo(Madre Tereza de Calcutá).

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Não esqueça o mais importante

Conta-se uma lenda: Certa vez uma mulher com uma criança de colo, ao passar diante de uma caverna, ouviu uma voz que dizia: Entre, recolha o tesouro que puder, mas não esqueça o mais importante. Aquela mulher entrou com a criança, e enquanto recolhia o ouro, joias, e outros tesouros, ouviu novamente a mesma voz que dizia: Você só tem mais oito minutos, mas não esqueça o mais importante. Recolheu tudo que pôde colocando sobre o seu avental saindo em seguida. Derrepente a porta se fechou e aquela mulher percebeu que havia deixado para trás a sua criança.
Na nossa vida as coisas funcionam mais ou menos assim, priorizamos coisas e esquecemos pessoas. Somente um minuto depois nos damos conta.

domingo, 1 de novembro de 2009

Um pouquinho de mim!

Sabe quando parece que você está vivendo a sua vida pelo avesso? Quando todo mundo à sua volta parece estar com a razão e só você é a pessoa errada? Quando você tem vontade de sair de cena? Eh!!! muitas vezes me sinto assim, no entanto tenho percebido que isto ocorre com mais frequência nos momentos em que sinto falta da minha familia tão distante e que a muitos anos não vejo.
É uma saudade impossivel de se explicar, é uma dor que vai aos poucos consumindo a gente.
Por vezes dou gargalhadas, brinco com os meus bichos de estimação( gatos, cachorros e passarinhos). Converso com todos eles como se eu tivesse falando com uma criança. E por falar em criança, meu Deus, que sentimento maravilhoso este que muitas vezes toma conta de mim; quando me aproximo das crianças, muitas vezes quase bebês ainda, muitas delas reagem com tanta alegria, há momentos que tenho dificuldades em afastar-me delas pois ficam acenando o tempo todo, ou quando maiores, me seguram pelas mãos pedindo para ficar. Me beijam, me abraçam, sinto até uma pontinha de ciume principalmente das maes, mas compreendo, eu tambem no lugar delas sentiria.
Vivo de forma muito descontraida e acredito que ninguem pode me impedir este meu jeito, percebo que incomodo e muito, até porque sei que muitas pessoas tem vontade de fazer o que faço mas não têm coragem. Meu bichos de estimação se pudessem falar, me diriam muitas vezes: Eu te amo, aliás é assim que lido com eles, dizendo eu te amo, e quando me afasto digo fiquem com Deus! Pois é, sei que muitas vezes até podem pensar que eu seja louca, mas se eu for, é uma loucura boa. Noto quando alguem tenta cortar o meu barato, choro, sofro sozinha no meu canto, e fico me perguntando por que? Não represento ameaça para ninguem, estou sempre de bem com a vida, sempre procuro oferecer às pessoas a melhor parte de mim, pelo menos é o que penso, não tenho os grandes prazeres da vida a que teria direito, se eu me importar e mudar o meu jeito de viver, dai a vida para mim não terá graça.
Hoje aconteceu uma coisa muuito interessante, acenei para uma criança de mais ou menos um aninho de idade, gente, incrivel! Os meus olhos já quase não conseguiam alcança-la mais, e lá estava ela me acenando com a sua pequena mãozinha. São momentos unicos, é a presença de Deus na minha vida, a qual agradeço infinitamente.
E refletindo sobre mim, penso, que apesar de tudo não posso impedir momentos de tristeza, mas que graças a Deus, são superadas de maneira simples e que me deixa feliz.
Assim sou eu.