Existem inúmeras, infinitas situações em que podemos sentir claramente o dedo de Deus. Impossível enumerá-las mesmo porque, não haveria espaço no mundo que as coubessem.
Hoje, em especial, quero relatar algo que me ocorreu. Destas situações em que se as reconhecêssemos no dia a dia, evidentemente dobraríamos os joelhos para agradecer ao nosso Criador. E com certeza, ergueríamos a humanidade para um caminho melhor e mais feliz.
Trabalho com um colega num setor de arrecadação e nos envolvemos todo o tempo com o publico, por sinal o mais diversificado possível. E nas nossas obrigações diárias, existem situações em que precisamos utilizar números de documentos das pessoas.
Aconteceu que um senhor de mais idade, acabara esquecendo um documento o qual seria extremamente importante pois viajaria no dia seguinte, para muito longe. Entretanto, sem nenhuma referencia, sem possibilidade alguma de encontrá-lo, o meu colega já bastante ansioso iria sair à sua procura.
Fiz o meu pedido ao Deus, e então me prontifiquei na certeza que resolveria o problema.
Até então, não sabia por onde começar, apenas acreditava que poderia estar ainda pelas imediações.
Enquanto isto: eu conversava bem baixinho com Deus, dizia assim:
Deus, o meu colega está bastante ansioso e preocupado, o Senhor sabe né? Eu tenho certeza de que o Senhor vai me ajudar, pois sabe o quanto é importante localizar a pessoa dona deste documento, sabe tambem que ele viajará amanhã... Aliás, o Senhor sabe de todas as coisas, conhece todas as coisas, tenho certeza de que o Senhor está me escutando e se este for o Seu propósito, eu vou encontrar este velhinho.
Circulei por três quadras, quando derrepente, ao cruzar os olhos junto a um aglomerado de pessoas, lá estava quem eu procurava, o homem igual ao homem da foto, exatamente aquele que havia deixado o documento no nosso balcão.
Em todos os momentos, sinto o dedo de Deus na minha vida! Senão não existiria.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
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Normalmente estamos com os pensamentos neutralizados pela rotina. Eles vagam incólumes e sem rumo.
ResponderExcluirBasta, no entanto, surgir uma novidade, que eles de imediato são direcionados para a atenção plena. Da atenção para a ação.
Eu não chamaria de rotina, no entanto, o verdadeiro novo vício em que estou envolvido, ao visitar diariamente as páginas do Interativo. Além disso, eu denominaria de um impulso arraigado, o ímpeto de digitar linhas contemplando cada assunto apresentado.
Com exceção dos sonetos, eu leio tudo, analiso e procuro prestigiar o escritor, cuidando para não desmotivá-lo. Eu ao menos aprecio que ofereçam opiniões sobre o meu conteúdo e imagino que o mesmo ocorra com os demais.
O que mais nos faz sofrer é a indiferença.
A avaliação pode estar equivocada, mas eu senti angústia em uma crônica. Conforme escrevi em meu perfil do blog, eu gosto de ajudar aos que aceitam minha ajuda. Às vezes, não temos a aptidão necessária para tal, ainda assim, despretensiosamente, o tentamos. Inclusive, ao visitante específico, que porventura queira estreitar a comunicação, foi endereçado o caminho nas Condições Meteorológicas. Posteriormente, tal indicação será suprimida.
Alegrei-me ao constatar sua visita e receber seu comentário.
E agora eu recupero aquela chamada sobre uma situação que nos surpreende no cotidiano. A sua menina preparando-se na mesma profissão que eu tanto gosto.
Impressionantes são as coincidências. Essa sua crônica, tão verdadeira, me conduz à meditação; o que o Dedo de Deus desenhou na minha tela de simples mortal?