Muitas vezes, nas nossas experiências diárias, somos expectadores, ou protagonistas de situações deprimentes, em certos momentos perdemos o autocontrole e nos explodimos. Ninguém escapa; pessoas de toda a natureza desde as crianças às pessoas de idades avançadas.
Ultrapassamos todos os nossos limites, salvo quando Deus intercede, não acontece o pior. E como a ocasião faz o ladrão e vice-versa, torna-se tarde demais, daí o provérbio chinês: “Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: A flecha atirada, a palavra dita e a oportunidade perdida”. Um segundo depois já magoamos, ofendemos, ou ferimos alguém que nem sempre tem a ver com a situação.
Na verdade, desde que somos gerados, consequentemente somos o resultado de um acúmulo de erros e acertos, e quase sempre o vazio que existe dentro de cada um de nós e que muitas vezes não conseguimos compreender, é nada menos do que a falta de Deus em nossas vidas. Não valorizamos a busca pela nossa Fé, e nos preferimos pensar que o fato de estarmos vivendo o ano de 2010 possa mudar o conceito sobre a realidade. No entanto a realidade está ai, nua e crua absorvendo todo mundo, e estejamos certos de que quando o barco afundar, ninguém escapa, exceto aqueles que no entendimento maior e mais profundo fizerem a escolha certa. Particularmente, tenho plena consciência de que o nosso Criador Deus não invade a vida de ninguém, somente entra onde O é convidado.
Compreendemos, no entanto, que a fraqueza que apodera do nosso ser é o resultado de uma miscigenação, onde encontramos um infinidade de perguntas e que felizmente não temos todas as respostas, mesmo porque se as tivéssemos certamente o nosso anseio maior seria: Sermos Deuses.
Quero particularmente nesta oportunidade afirmar que sempre desejei contribuir de alguma forma, ainda que pequenina, para o bem, em especial da minha comunidade. Entretanto, reconheço que muitas são as barreiras e talvez seja bobagem da minha parte, tenho dúvidas de que aqueles que deveriam, possam me ouvir. Tenho plena convicção de que sem vez e voz, impossível!
Entretanto quero manifestar aqui uma pequena idéia, ao menos, que tem me surgido, caso seja útil, aproveitem-na, senão, a esqueçam por favor!
Penso que seria interessante que a nossa Administração Pública, tivesse uma Ouvidoria exclusiva para atender pessoas de toda natureza, organizada por senhas, ou conforme os casos, pois acredito que o que falta nas nossas vidas não são as ditas “soluções mágicas” e longe de mim, propor tal absurdo, o que pode ocorrer, é que precisamos de alguém que possa nos ouvir e isto quase sempre diminui o nosso problema ou até é apontado como solução. É evidente que há casos de que fato, devam serem encaminhados.
Por falta de informação, perdemos ainda mais no caminho e nos saturamos ainda mais.
Entretanto pode ocorrer, que em muitos casos, pessoas com idéias diferentes, e quem sabe proveitosas, ao contrario, possam contribuir.
Creio que um atendimento individual e de forma organizada, contribuirá para o bem comum. E certamente todos, desde o menos favorecido, ganharão!
Caso eu tenha falado bobagem, por favor, retire o que eu disse e perdoe-me, caso eu tenha alguma razão, em nome de todos os que mais precisam, agradeço.
Atenciosamente,
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
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Prezada Jô!
ResponderExcluirEntendo a idéia que você apresenta. Atrevo-me até a discorrer sobre ela.
Mesmo com um elevado número de funcionários públicos concursados e outros ocupando postos como apaniguados, é praticamente impossível conhecer todos os problemas que a cidade enfrenta, em tempo real.
A proposta de contar com uma ouvidoria na gestão municipal, seria interessante no sentido de que fossem corrigidas distorções no atendimento ao público.
Atualmente há um esquema de registrar solicitações através de protocolo, para qualquer demanda.
Ora, para a pessoa deslocar-se até o Centro Administrativo, aguardar que lhe atendam, ouça e registre o pedido, deveria haver uma resposta imediata, eficiente.
Não é o que acontece.
Eu, por exemplo, protocolei o pedido de uma simples placa de trânsito em 13/02/09, explicando dos riscos que sua falta provocava. Só foi instalada em meados de novembro, após insistentes crônicas e comentários no Interativo do Jornal NH.
Nesse caso, a Ouvidoria seria de valor inestimável.
Mas, ao que parece, os atuais gestores não estão preocupados em cumprir com o seu dever de servir à população.
Quando são instados a resolver algum problema, alegam falta de verba.
Logo em seguida, esbanjam dinheiro público em eventos que em nada somam ao Município.
Em uma gestão futura, com representantes que realmente trabalhem para a comunidade, sua idéia teria ótima aplicação.